domingo, 25 de agosto de 2013

Paradoxo



Vivo neste paradoxo.
Tempo e vazio.
Lembranças que deviam ser esquecidas.
É tudo relativo.

O tempo é algo imóvel
Mas, também fugitivo.
Invisível, mas que observamos toda hora.
Imóvel e correndo como um rio.

Ele separa, mas também une.
Faz lembrar e esquecer.
Alivia as dores e também pune.
Ele é o nascer e o morrer.

O tempo no baile da vida, nos tira pra dançar.
É um calor que foge para o frio.
É matéria e no instante seguinte,
É somente o vazio.

4 comentários:

  1. Respostas
    1. O poema é meu mesmo Geovanna.
      Obrigado pelo comentário.

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  2. Esses extremos que nos rodeiam!Talvez se não houvesse o "8 ou 80" a vida não teria tanto sentido.Esse poema ficou muito bom!Posso postar qualquer dia desses em meu blog?
    Abraço

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    1. Claro que pode Victor.

      :D


      E, realmente, se nao houvesse o 8 ou 80 a vida nao teria tanto sentido

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